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Como fazer crachás para eventos

09 Maio 2017
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Você vê aquela pessoa no meio do salão, conversando com um grupo. Você quer falar com ela… mas qual o nome mesmo? Er… Você passa por perto e olha de soslaio para o crachá. Droga, muito longe. Droga, nome muito pequeno. Droga, você está sendo indiscreto e ela percebeu. ALERTA VERMELHO, CORRE!

Essa situação, muito comum em eventos de networking, pode ser o fim de uma boa experiência dos participantes. Felizmente, ela é facilmente evitável e é para isso que estamos aqui. O objetivo desse post não é ensinar você a fazer crachás (ou credenciais) ultramodernos e impressionantes. Nós sabemos que muitos eventos vão muito bem somente com um adesivo colado na camisa do participante onde ele mesmo escreve o seu nome (ou o que quiser) ali, mas esse não é o nosso caso aqui tampouco. Nosso objetivo é expor aspectos práticos e algumas dicas na hora de planejar os crachás para seu evento. Então vamos lá:

1. O que haverá?
Esse é o primeiro ponto e o mais importante para prosseguir: o que o seu crachá quer comunicar? É importante saber quais as informações que você quer que as pessoas carreguem no pescoço. Além do padrão (Nome e sobrenome), você pode incluir informações como:

– Empresa
– Categoria do participante
– Twitter
– Foto e Mini Bio (caso haja uma dinâmica onde as pessoas precisarão tirar seus crachás)
– Programação do evento
– Marca dos patrocinadores

Claro, você poderia informar até o tipo sanguíneo, mas isso não seria importante caso o evento não fosse extremamente perigoso. Então, atenha-se ao estritamente necessário para a boa experiência dos participantes, staff e apoiadores do evento.

2. Tamanho e estilo
Tamanho é algo que importa, e muito, quando falamos de crachás para eventos. Nesse caso, há “dois tamanhos” a considerar. mO primeiro é o tamanho do crachá em si. Esse é bem flexível e vai de um simples name badge, curtinho e simpático, aos crachás mais vistosos. No fim das contas, depende da quantidade de informações que você quer por à vista. Uma opção segura e prática é utilizar um A6 (14,8 x 10,5 cm) por crachá. O segundo, e ao que você deve prestar mais atenção, é o tamanho das informações e eu acho que já deixamos claro o quanto é importante um crachá cumprir o seu propósito. Segundo o pessoal da AES, a ordem preferida em termos de tamanho das informações e proporções ideais são:

– Primeiro nome: maior fonte do crachá e, preferencialmente, em negrito
– Sobrenome: um pouquinho menor e não necessariamente em negrito
– Cargo/Empresa: menor que o sobrenome
– Outras informações: aí é com você.

Quanto à fonte utilizada no texto, fique longe de opções muito estilizadas ou rebuscadas. Simples é melhor. Fontes sans-serif como Helvetica, Tahoma ou Gotham são amplamente utilizadas por serem fáceis de ler quanto há poucas informações, cumprindo o objetivo essencial de um crachá.

3. O outro lado
Não esqueça que os crachás têm dois lados e você também pode usar a parte de trás de forma útil e criativa. Um dos usos mais comuns do verso do crachá é a programação do evento. Vale a pena pensar: vale a pena utilizar outro material (+ custos, + desperdício e – praticidade) se você tem aquela área inutilizada sempre ao alcance dos participantes? Como o verso do crachá não precisa de uma grande visibilidade, você pode utilizar fontes menores e aproveitar o espaço para apresentar mais informações importantes como e-mails para contato, telefones importantes e atrações próximas ao local do evento.

4. Personalize
Faça crachás diferentes para as diferentes categorias. Por exemplo, você pode alterar as cores entre as categorias VIP, Imprensa, Palestrantes etc. Dessa maneira, eles serão melhor identificados tanto pelo staff do evento quanto pelos participantes. Além de dar um toque maior de personalização e mais atenção aos participantes, cores são mais fáceis de identificar de longe, sendo portanto preferíveis na maioria dos casos. Acredite, faz toda a diferença para os participantes receberem o tratamento adequado. Por isso, identificá-los facilmente é um requisito importante para atender às suas necessidades de maneira prática.

5. Go green
Opte por não utilizar aquele envelope de plástico para proteger o crachá a não ser que você tenha um bom motivo – como incentivar os participantes a guardarem cartões de visita. Provavelmente, ninguém vai entrar no mar com seu crachá, então não tem problema algum o crachá ser “nu”. E como você já sabe, o plástico desnecessário é uma ameaça à natureza.

Fonte: http://academia.eventick.com.br

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